Pessoas certas,
Na hora certa.
Um plano estrategicamente preparado pelo Destino
Para um encontro perfeitamente desastroso.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Uma Necessidade
Sinceramente, eu quero viver.
Não é só um ato de desejo, é quase uma necessidade que grita dentro de mim pedindo misericórdia.
Pode ser um estado maldito de rebeldia, um querer ir para sentir saudade e querer voltar, ou mais bela necessidade de uma transgressão, mas eu perdi esse medo de errar. Nasceu em mim a imortal vontade de viver.
Consequentemente, me apaixonei perdidamente pelo ato de arriscar. Ousar é algo que me encanta e sempre me encantou. Tenho um caso de amor eterno por esses iconoclastas, sabe...
Conhecer novas experiências,surpreender-se com a rotina de uma loucura me é um desespero, tão necessário quanto moléculas de oxigênio. Meu cérebro clama por novidades, por surpresas, por inteligência, por qualquer outra coisa que não se encaixa na velha categoria do mesmo-de-sempre.
Sinto-me maior que a Luz, que o Som, que os furacões, que os sóis! Pode parecer um desarranjo mental para os olhos dos sensatos (mas nem sempre sábios), esse fato de eu ambicionar aventuras da vida. Muitos não entendem essa minha necessidade de querer ir pro mundo e escrever minha História com minhas próprias letras, produzidas pelo esforço do meu próprio punho.
Eu sei o que sou, e quero provar disso. Do doce e do amargo. Quero viver! Quero sentir aquele medo, ver minhas forças sumirem e subitamente eu descobrir e conseguir recupera-las. Considero isso uma das coisas mais belas do mundo.
Posso ter medo de qualquer outra coisa, mas medo de ousar, de errar, de aprender, de melhorar, ou ainda errar e ainda confiar naquilo que acredito e não desistir.
Vou provar para mim mesma que eu sou capaz do impossível. É só uma questão de tempo.
Quero mesmo é acreditar em mim.
Sinceramente, eu quero.
Não é só um ato de desejo, é quase uma necessidade que grita dentro de mim pedindo misericórdia.
Pode ser um estado maldito de rebeldia, um querer ir para sentir saudade e querer voltar, ou mais bela necessidade de uma transgressão, mas eu perdi esse medo de errar. Nasceu em mim a imortal vontade de viver.
Consequentemente, me apaixonei perdidamente pelo ato de arriscar. Ousar é algo que me encanta e sempre me encantou. Tenho um caso de amor eterno por esses iconoclastas, sabe...
Conhecer novas experiências,surpreender-se com a rotina de uma loucura me é um desespero, tão necessário quanto moléculas de oxigênio. Meu cérebro clama por novidades, por surpresas, por inteligência, por qualquer outra coisa que não se encaixa na velha categoria do mesmo-de-sempre.
Sinto-me maior que a Luz, que o Som, que os furacões, que os sóis! Pode parecer um desarranjo mental para os olhos dos sensatos (mas nem sempre sábios), esse fato de eu ambicionar aventuras da vida. Muitos não entendem essa minha necessidade de querer ir pro mundo e escrever minha História com minhas próprias letras, produzidas pelo esforço do meu próprio punho.
Eu sei o que sou, e quero provar disso. Do doce e do amargo. Quero viver! Quero sentir aquele medo, ver minhas forças sumirem e subitamente eu descobrir e conseguir recupera-las. Considero isso uma das coisas mais belas do mundo.
Posso ter medo de qualquer outra coisa, mas medo de ousar, de errar, de aprender, de melhorar, ou ainda errar e ainda confiar naquilo que acredito e não desistir.
Vou provar para mim mesma que eu sou capaz do impossível. É só uma questão de tempo.
Quero mesmo é acreditar em mim.
Sinceramente, eu quero.
domingo, 1 de maio de 2011
Simplicidade
A vida é extremamente certa e simples: nascemos, vivemos e morremos.
A questão é a parte do "vivemos"...
A questão é a parte do "vivemos"...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Elemento
Eu queria o gelo.
Derreteste-me.
Fiquei morna,
Incolor,
Inscípida,
Inodora.
Agora eu quero o fogo.
Derreteste-me.
Fiquei morna,
Incolor,
Inscípida,
Inodora.
Agora eu quero o fogo.
terça-feira, 19 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Desabafo
- Tá tudo bem com você? Aconteceu alguma coisa que te deixou assim?
- (Não, eu não estou bem. Estou no meu limite. Não posso mais suportar. Estou prestes à explodir. Minha cabeça dói, meu peito está dilacerado, aberto, infectado. Estou corroída. Estou acabada. Fico louca, tenho medo de mim. Sou ingrata de mim mesma e de todos. Sou egoísta, exijo demais de mim e acabo por nunca dar o meu melhor. Não consigo acreditar. Tenho algumas dificuldades para acreditar que meus sonhos se realizarão, se é que ainda me restam sonhos... As dificuldades mais me desanimam do que me motivam. Tenho medo de me frustrar, meu orgulho me cega. Não consigo confiar em mim. Acho tudo extremamente artificial, programado. Tenho duvidado até mesmo do Amor. Duvido das promessas. Principalmente aquelas que um dia eu fiz. Jurava que conseguiria cumprir... Isso é terrível. Nada parece me satisfazer. Eu sempre quero mais, mais, mais! Estou insatisfeita com tudo! Desde as pulgas do cão do vizinho até o Governo Federal. Quero mais que a Liberdade, que o Amor, que a Felicidade. Acho tudo impossível, tudo inacreditável. Culpo a todos, mesmo sabendo que a única culpada aqui sou eu. Não sei me perdoar. Não sei amar. Acho que ninguém sabe me amar. Sempre que preciso, sempre estou à disposição de ajudar quem necessita. E quando chega a minha vez? Onde estão todos para me ajudar? Tenho que parar de exigir tanto assim das pessoas.Quero demais que elas tragam a solução para todos os meus dilemas porque eu estou fraca demais para procurá-los. Isso só piora o horrível. Só piora a mim mesma. Acho todo mundo hipócrita. O mundo me assusta. Não consigo encontrar um lugar para me fixar, um lugar em que eu me sinta bem, pessoas com que eu posso ser eu mesma sem medo de dar explicações sobre o que eu faço, o que eu sinto. Tenho tudo isso debaixo do meu nariz, mas nunca consigo enxergar. Estou cega. Estou burra. Meus joelhos bambeiam, minhas mãos tremem, meus olhos se enxem de lágrimas o tempo todo. Estou angustiada, temendo cada segundo. Por mais que eu negue, tenho muito medo de decepcionar os outros. Mais decepciono do que concedo alegrias. A impressão é que todos fogem de mim. Todos estão felizes, plenos, menos eu. O que eles fazem para me ajudar? Nada. O que eu faço para me ajudar? Nada. Fico parada esperando as respostam caírem em meu colo, junto ao meu príncipe encantado. O inferno são os Outros. E eu também. Não me suporto. Me mando calar a boca mais de 10 vezes por dia. Me perturbo demais. Que ridículo! Como eu sou ridícula. Como sou inútil. Descobrir e aceitar a mediocridade humana não é fácil. Sou legal, sou demais, sou uma idiota. Melhorar-se não é fácil. Principalmente quando eu percebo que não estou surtindo efeito em mim mesma. Sou um efeito colateral na minha vida. Sou uma vergonha para mim mesma. Onde está minha autoestima? Ela existe? Feio que se acha bonito é sinal de autoestima? Não suporto esse tipinho de gente. Não suporto você, nem essa sua preocupação falsificada pelo meus sentimentos. Ninguém se importa com ninguém. Pelo menos me dê essa alegria de parar de fingir que você se importa comigo! Me desiluda, mesmo que seja sinceramente. Estou cansada de máscaras, das suas, das minhas. Nós todos vamos morrer no final mesmo! Me deixe estraçalhar esse vaso na parede, sim? Me deixe em paz.) Não aconteceu nada. Estou bem.
E um sorrisinho estupidamente falso.
- (Não, eu não estou bem. Estou no meu limite. Não posso mais suportar. Estou prestes à explodir. Minha cabeça dói, meu peito está dilacerado, aberto, infectado. Estou corroída. Estou acabada. Fico louca, tenho medo de mim. Sou ingrata de mim mesma e de todos. Sou egoísta, exijo demais de mim e acabo por nunca dar o meu melhor. Não consigo acreditar. Tenho algumas dificuldades para acreditar que meus sonhos se realizarão, se é que ainda me restam sonhos... As dificuldades mais me desanimam do que me motivam. Tenho medo de me frustrar, meu orgulho me cega. Não consigo confiar em mim. Acho tudo extremamente artificial, programado. Tenho duvidado até mesmo do Amor. Duvido das promessas. Principalmente aquelas que um dia eu fiz. Jurava que conseguiria cumprir... Isso é terrível. Nada parece me satisfazer. Eu sempre quero mais, mais, mais! Estou insatisfeita com tudo! Desde as pulgas do cão do vizinho até o Governo Federal. Quero mais que a Liberdade, que o Amor, que a Felicidade. Acho tudo impossível, tudo inacreditável. Culpo a todos, mesmo sabendo que a única culpada aqui sou eu. Não sei me perdoar. Não sei amar. Acho que ninguém sabe me amar. Sempre que preciso, sempre estou à disposição de ajudar quem necessita. E quando chega a minha vez? Onde estão todos para me ajudar? Tenho que parar de exigir tanto assim das pessoas.Quero demais que elas tragam a solução para todos os meus dilemas porque eu estou fraca demais para procurá-los. Isso só piora o horrível. Só piora a mim mesma. Acho todo mundo hipócrita. O mundo me assusta. Não consigo encontrar um lugar para me fixar, um lugar em que eu me sinta bem, pessoas com que eu posso ser eu mesma sem medo de dar explicações sobre o que eu faço, o que eu sinto. Tenho tudo isso debaixo do meu nariz, mas nunca consigo enxergar. Estou cega. Estou burra. Meus joelhos bambeiam, minhas mãos tremem, meus olhos se enxem de lágrimas o tempo todo. Estou angustiada, temendo cada segundo. Por mais que eu negue, tenho muito medo de decepcionar os outros. Mais decepciono do que concedo alegrias. A impressão é que todos fogem de mim. Todos estão felizes, plenos, menos eu. O que eles fazem para me ajudar? Nada. O que eu faço para me ajudar? Nada. Fico parada esperando as respostam caírem em meu colo, junto ao meu príncipe encantado. O inferno são os Outros. E eu também. Não me suporto. Me mando calar a boca mais de 10 vezes por dia. Me perturbo demais. Que ridículo! Como eu sou ridícula. Como sou inútil. Descobrir e aceitar a mediocridade humana não é fácil. Sou legal, sou demais, sou uma idiota. Melhorar-se não é fácil. Principalmente quando eu percebo que não estou surtindo efeito em mim mesma. Sou um efeito colateral na minha vida. Sou uma vergonha para mim mesma. Onde está minha autoestima? Ela existe? Feio que se acha bonito é sinal de autoestima? Não suporto esse tipinho de gente. Não suporto você, nem essa sua preocupação falsificada pelo meus sentimentos. Ninguém se importa com ninguém. Pelo menos me dê essa alegria de parar de fingir que você se importa comigo! Me desiluda, mesmo que seja sinceramente. Estou cansada de máscaras, das suas, das minhas. Nós todos vamos morrer no final mesmo! Me deixe estraçalhar esse vaso na parede, sim? Me deixe em paz.) Não aconteceu nada. Estou bem.
E um sorrisinho estupidamente falso.
terça-feira, 5 de abril de 2011
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