Eu queria o gelo.
Derreteste-me.
Fiquei morna,
Incolor,
Inscípida,
Inodora.
Agora eu quero o fogo.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Desabafo
- Tá tudo bem com você? Aconteceu alguma coisa que te deixou assim?
- (Não, eu não estou bem. Estou no meu limite. Não posso mais suportar. Estou prestes à explodir. Minha cabeça dói, meu peito está dilacerado, aberto, infectado. Estou corroída. Estou acabada. Fico louca, tenho medo de mim. Sou ingrata de mim mesma e de todos. Sou egoísta, exijo demais de mim e acabo por nunca dar o meu melhor. Não consigo acreditar. Tenho algumas dificuldades para acreditar que meus sonhos se realizarão, se é que ainda me restam sonhos... As dificuldades mais me desanimam do que me motivam. Tenho medo de me frustrar, meu orgulho me cega. Não consigo confiar em mim. Acho tudo extremamente artificial, programado. Tenho duvidado até mesmo do Amor. Duvido das promessas. Principalmente aquelas que um dia eu fiz. Jurava que conseguiria cumprir... Isso é terrível. Nada parece me satisfazer. Eu sempre quero mais, mais, mais! Estou insatisfeita com tudo! Desde as pulgas do cão do vizinho até o Governo Federal. Quero mais que a Liberdade, que o Amor, que a Felicidade. Acho tudo impossível, tudo inacreditável. Culpo a todos, mesmo sabendo que a única culpada aqui sou eu. Não sei me perdoar. Não sei amar. Acho que ninguém sabe me amar. Sempre que preciso, sempre estou à disposição de ajudar quem necessita. E quando chega a minha vez? Onde estão todos para me ajudar? Tenho que parar de exigir tanto assim das pessoas.Quero demais que elas tragam a solução para todos os meus dilemas porque eu estou fraca demais para procurá-los. Isso só piora o horrível. Só piora a mim mesma. Acho todo mundo hipócrita. O mundo me assusta. Não consigo encontrar um lugar para me fixar, um lugar em que eu me sinta bem, pessoas com que eu posso ser eu mesma sem medo de dar explicações sobre o que eu faço, o que eu sinto. Tenho tudo isso debaixo do meu nariz, mas nunca consigo enxergar. Estou cega. Estou burra. Meus joelhos bambeiam, minhas mãos tremem, meus olhos se enxem de lágrimas o tempo todo. Estou angustiada, temendo cada segundo. Por mais que eu negue, tenho muito medo de decepcionar os outros. Mais decepciono do que concedo alegrias. A impressão é que todos fogem de mim. Todos estão felizes, plenos, menos eu. O que eles fazem para me ajudar? Nada. O que eu faço para me ajudar? Nada. Fico parada esperando as respostam caírem em meu colo, junto ao meu príncipe encantado. O inferno são os Outros. E eu também. Não me suporto. Me mando calar a boca mais de 10 vezes por dia. Me perturbo demais. Que ridículo! Como eu sou ridícula. Como sou inútil. Descobrir e aceitar a mediocridade humana não é fácil. Sou legal, sou demais, sou uma idiota. Melhorar-se não é fácil. Principalmente quando eu percebo que não estou surtindo efeito em mim mesma. Sou um efeito colateral na minha vida. Sou uma vergonha para mim mesma. Onde está minha autoestima? Ela existe? Feio que se acha bonito é sinal de autoestima? Não suporto esse tipinho de gente. Não suporto você, nem essa sua preocupação falsificada pelo meus sentimentos. Ninguém se importa com ninguém. Pelo menos me dê essa alegria de parar de fingir que você se importa comigo! Me desiluda, mesmo que seja sinceramente. Estou cansada de máscaras, das suas, das minhas. Nós todos vamos morrer no final mesmo! Me deixe estraçalhar esse vaso na parede, sim? Me deixe em paz.) Não aconteceu nada. Estou bem.
E um sorrisinho estupidamente falso.
- (Não, eu não estou bem. Estou no meu limite. Não posso mais suportar. Estou prestes à explodir. Minha cabeça dói, meu peito está dilacerado, aberto, infectado. Estou corroída. Estou acabada. Fico louca, tenho medo de mim. Sou ingrata de mim mesma e de todos. Sou egoísta, exijo demais de mim e acabo por nunca dar o meu melhor. Não consigo acreditar. Tenho algumas dificuldades para acreditar que meus sonhos se realizarão, se é que ainda me restam sonhos... As dificuldades mais me desanimam do que me motivam. Tenho medo de me frustrar, meu orgulho me cega. Não consigo confiar em mim. Acho tudo extremamente artificial, programado. Tenho duvidado até mesmo do Amor. Duvido das promessas. Principalmente aquelas que um dia eu fiz. Jurava que conseguiria cumprir... Isso é terrível. Nada parece me satisfazer. Eu sempre quero mais, mais, mais! Estou insatisfeita com tudo! Desde as pulgas do cão do vizinho até o Governo Federal. Quero mais que a Liberdade, que o Amor, que a Felicidade. Acho tudo impossível, tudo inacreditável. Culpo a todos, mesmo sabendo que a única culpada aqui sou eu. Não sei me perdoar. Não sei amar. Acho que ninguém sabe me amar. Sempre que preciso, sempre estou à disposição de ajudar quem necessita. E quando chega a minha vez? Onde estão todos para me ajudar? Tenho que parar de exigir tanto assim das pessoas.Quero demais que elas tragam a solução para todos os meus dilemas porque eu estou fraca demais para procurá-los. Isso só piora o horrível. Só piora a mim mesma. Acho todo mundo hipócrita. O mundo me assusta. Não consigo encontrar um lugar para me fixar, um lugar em que eu me sinta bem, pessoas com que eu posso ser eu mesma sem medo de dar explicações sobre o que eu faço, o que eu sinto. Tenho tudo isso debaixo do meu nariz, mas nunca consigo enxergar. Estou cega. Estou burra. Meus joelhos bambeiam, minhas mãos tremem, meus olhos se enxem de lágrimas o tempo todo. Estou angustiada, temendo cada segundo. Por mais que eu negue, tenho muito medo de decepcionar os outros. Mais decepciono do que concedo alegrias. A impressão é que todos fogem de mim. Todos estão felizes, plenos, menos eu. O que eles fazem para me ajudar? Nada. O que eu faço para me ajudar? Nada. Fico parada esperando as respostam caírem em meu colo, junto ao meu príncipe encantado. O inferno são os Outros. E eu também. Não me suporto. Me mando calar a boca mais de 10 vezes por dia. Me perturbo demais. Que ridículo! Como eu sou ridícula. Como sou inútil. Descobrir e aceitar a mediocridade humana não é fácil. Sou legal, sou demais, sou uma idiota. Melhorar-se não é fácil. Principalmente quando eu percebo que não estou surtindo efeito em mim mesma. Sou um efeito colateral na minha vida. Sou uma vergonha para mim mesma. Onde está minha autoestima? Ela existe? Feio que se acha bonito é sinal de autoestima? Não suporto esse tipinho de gente. Não suporto você, nem essa sua preocupação falsificada pelo meus sentimentos. Ninguém se importa com ninguém. Pelo menos me dê essa alegria de parar de fingir que você se importa comigo! Me desiluda, mesmo que seja sinceramente. Estou cansada de máscaras, das suas, das minhas. Nós todos vamos morrer no final mesmo! Me deixe estraçalhar esse vaso na parede, sim? Me deixe em paz.) Não aconteceu nada. Estou bem.
E um sorrisinho estupidamente falso.
terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Encontros
E eu me encontrei tanto em mim mesma que, no final, acabei me perdendo de mim.
Quando dei-me de cara comigo mesma, nem me reconheci. Sequer não me conheci.
Não me conhecia. Eu nunca havia sido quem eu queria ser.
Eu não sabia quem eu era. Nem se era.
Até hoje não sei.
Passei grande parte do tempo tentando me desencontrar. Fugia de mim. Corria desembestada para longe de meus próprios desejos, de minhas intuições.
Mas um dia eu resolvi por bem de minha sanidade, e por uma certa curiosidade, me ser.
E me fui. Me encontrei. Destemi-me.
Quando eu finalmente me tornei aquilo que meu coração me mandava ser, e, por uma certa disciplina e respeito ao próximo eu não me dava o luxo de ser, eu me encontrei. Mas fiquei completamente perdida.
Me encontrei com aquilo que sempre me foi abstrato: eu mesma.
Presenteei-me com o mais sonhado dom e vocação do Homem: a Liberdade.
Me perdi com o presente. A Liberdade me assustou. Não sabia lidar com ela.
Desencontrei-me de mim. Nem sabia mais como lidar com aquilo que eu era.
Ao me encontrar com aquilo que eu realmente prometia ser a mim mesma, com aquilo que eu sonhava ser, com a Liberdade de me ser, me perdi. Estava acostumada do jeito passiva que sempre fui.
Intensa e insensata, como meu coração sempre sentia ser, eu não sabia como ser.
Eu não sabia como agir! Meu antigo ser controlador queria me bloquear, me contestava, me impedia, me proibia.
E eu continuava impulsiva me sendo loucamente.
O que fazer comigo?
Quis o mais rápido possível me acorrentar novamente à mim, mas já era tarde. O sabor da Liberdade é viciante. Uma droga que quando experimentada pela primeira vez já causava vício. Por que deixar de ser aquilo que eu sempre quis, não é mesmo? Já havia jogado as correntes fora à muito tempo. Não há como voltar atrás quando se ganha a Liberdade.
Principalmente a de se ser.
Mas o que se fazer quando se tem a Liberdade, e não se sabe utiliza-la?
De que adianta?
Me perdi. Eu não sabia me ser.
Não sabia me controlar, só queria ser, ser, ser, ser. Ao mesmo tempo que queria me controlar e me esquecer, tinha a curiosidade de saber o que era aquela centelha na verdade.
Perdido e encontrado se encontram. E eu estava perdida, sem saber como separá-los.
O vitorioso: eu. O perdedor e, à morte: eu.
Eu, contra mim mesma.
Desanimada, concluí que tanto fazia. Dei de ombros e não fui ninguém!
E me encontrei novamente, decidida.
Decidi me ser, apenas,confiar em mim. Nada mais.
Continuo sendo em paz.
Bem, não tão em paz assim.
Quando dei-me de cara comigo mesma, nem me reconheci. Sequer não me conheci.
Não me conhecia. Eu nunca havia sido quem eu queria ser.
Eu não sabia quem eu era. Nem se era.
Até hoje não sei.
Passei grande parte do tempo tentando me desencontrar. Fugia de mim. Corria desembestada para longe de meus próprios desejos, de minhas intuições.
Mas um dia eu resolvi por bem de minha sanidade, e por uma certa curiosidade, me ser.
E me fui. Me encontrei. Destemi-me.
Quando eu finalmente me tornei aquilo que meu coração me mandava ser, e, por uma certa disciplina e respeito ao próximo eu não me dava o luxo de ser, eu me encontrei. Mas fiquei completamente perdida.
Me encontrei com aquilo que sempre me foi abstrato: eu mesma.
Presenteei-me com o mais sonhado dom e vocação do Homem: a Liberdade.
Me perdi com o presente. A Liberdade me assustou. Não sabia lidar com ela.
Desencontrei-me de mim. Nem sabia mais como lidar com aquilo que eu era.
Ao me encontrar com aquilo que eu realmente prometia ser a mim mesma, com aquilo que eu sonhava ser, com a Liberdade de me ser, me perdi. Estava acostumada do jeito passiva que sempre fui.
Intensa e insensata, como meu coração sempre sentia ser, eu não sabia como ser.
Eu não sabia como agir! Meu antigo ser controlador queria me bloquear, me contestava, me impedia, me proibia.
E eu continuava impulsiva me sendo loucamente.
O que fazer comigo?
Quis o mais rápido possível me acorrentar novamente à mim, mas já era tarde. O sabor da Liberdade é viciante. Uma droga que quando experimentada pela primeira vez já causava vício. Por que deixar de ser aquilo que eu sempre quis, não é mesmo? Já havia jogado as correntes fora à muito tempo. Não há como voltar atrás quando se ganha a Liberdade.
Principalmente a de se ser.
Mas o que se fazer quando se tem a Liberdade, e não se sabe utiliza-la?
De que adianta?
Me perdi. Eu não sabia me ser.
Não sabia me controlar, só queria ser, ser, ser, ser. Ao mesmo tempo que queria me controlar e me esquecer, tinha a curiosidade de saber o que era aquela centelha na verdade.
Perdido e encontrado se encontram. E eu estava perdida, sem saber como separá-los.
O vitorioso: eu. O perdedor e, à morte: eu.
Eu, contra mim mesma.
Desanimada, concluí que tanto fazia. Dei de ombros e não fui ninguém!
E me encontrei novamente, decidida.
Decidi me ser, apenas,confiar em mim. Nada mais.
Continuo sendo em paz.
Bem, não tão em paz assim.
Coisas
Coisas que instigam:
- Ocultismo
- Sexo
- Uma placa de “Não Pise na Grama”
Coisas que desanimam:
- Um domingo de chuva
- Um “não” bem dado
- O espaço entre o Final e o Início
Coisas que todos possuem:
- Dores
- Pintas
- Sonhos
Coisas irrevogavelmente fofas:
- Andar de mãos dadas
- Ursos
- Bochechas do Tom Kaulitz
Coisas perdoáveis se roubadas:
- Comida
- Livros
- Flores
Coisas que as pessoas detestam ganhar:
- Meias
- Sabonetes
- Um sorriso falso
Coisas irritantes:
- Respiração
- Mastigação
- Moda
Coisas fúteis que todos adoram:
- Falar da vida alheia
- Bichos de pelúcia
- Assinaturas
Coisas maravilhosas:
- Ver as letras se juntando para formar uma palavra
- Acreditar
- E não desistir
Coisas que jamais vamos entender:
- A razão de se aprender Álgebra
- O sentido da vida
- Peixes em um aquário
- Ocultismo
- Sexo
- Uma placa de “Não Pise na Grama”
Coisas que desanimam:
- Um domingo de chuva
- Um “não” bem dado
- O espaço entre o Final e o Início
Coisas que todos possuem:
- Dores
- Pintas
- Sonhos
Coisas irrevogavelmente fofas:
- Andar de mãos dadas
- Ursos
- Bochechas do Tom Kaulitz
Coisas perdoáveis se roubadas:
- Comida
- Livros
- Flores
Coisas que as pessoas detestam ganhar:
- Meias
- Sabonetes
- Um sorriso falso
Coisas irritantes:
- Respiração
- Mastigação
- Moda
Coisas fúteis que todos adoram:
- Falar da vida alheia
- Bichos de pelúcia
- Assinaturas
Coisas maravilhosas:
- Ver as letras se juntando para formar uma palavra
- Acreditar
- E não desistir
Coisas que jamais vamos entender:
- A razão de se aprender Álgebra
- O sentido da vida
- Peixes em um aquário
O Pedido, o Conselho e a Ameaça
O PEDIDO:
Por favor, cuide do coração que eu te dei.
O CONSELHO:
Saiba que receber um coração, de quem quer que seja, é uma honraria. Principalmente vindo de minha parte. Não sou de sair distribuindo coração para qualquer mortal... Confesso que, às vezes, ele é roubado, mas eu protesto, e pego de volta. E os únicos que o roubaram e não devolveram cuidam dele muito bem, por sinal.
Mas voltando às honras, saiba que se eu lhe dei meu coração foi porque você mereceu de fato. Você é digno de cuidar de um coração. Logo, peço que você cuide muito, mas muito bem dele. Ele é sensível. Ele é desconfiado. Desculpe. É uma defesa.
Trate-o com carinho, paciência e compreensão assim como eu trato o seu. Tem de ser recíproco.
Não jamais o veja como um troféu! Não é apenas um coração. Ele ama. E precisa ser amado. Não é um objeto que se ganha. É um coração. É Amor que se ganha. É uma questão de honra ganhar um coração, e não de vitória.
Ele também não foi dado para ser dominado. Ele tem o direito e o dever de sentir o que quiser, a emoção que sua razão bem entender, sabe-se lá quais são as razões de um coração, se é que elas existem... Principalmente um que bate livre, no ritmo que bem quer. O meu coração quer muito, muito mesmo viver ao seu lado, mas livre. Ele tem esse direito e esse dever. E eu tenho também. Você também tem.
Por último, mas não menos importante, não use meu Amor como um válvula de escape! Não extravase suas dores e nem busque curas para elas nele. Esse é o caminho perfeito para a decepção. Não use minha boa vontade contra mim. Esse é o caminho perfeito para minha autodestruição.
Encare os relacionamentos como uma brincadeira divertidíssima do Destino, como um complemento à Felicidade, não a própria. Fica mais divertido assim. Fica mais fácil assim.
É uma questão de honra cuidar do meu coração, ele que já sofreu tanto...
Eu e ele queremos amar em paz apenas...
A AMEAÇA:
A verdade é que meu coração quer muito te amar. Ele já te ama, mas pode amar mais, com todas as forças se você trata-lo devidamente como merece. Senão, a solução é simples.
Eu o tomo de volta, e não devolvo nunca mais!
Por favor, cuide do coração que eu te dei.
O CONSELHO:
Saiba que receber um coração, de quem quer que seja, é uma honraria. Principalmente vindo de minha parte. Não sou de sair distribuindo coração para qualquer mortal... Confesso que, às vezes, ele é roubado, mas eu protesto, e pego de volta. E os únicos que o roubaram e não devolveram cuidam dele muito bem, por sinal.
Mas voltando às honras, saiba que se eu lhe dei meu coração foi porque você mereceu de fato. Você é digno de cuidar de um coração. Logo, peço que você cuide muito, mas muito bem dele. Ele é sensível. Ele é desconfiado. Desculpe. É uma defesa.
Trate-o com carinho, paciência e compreensão assim como eu trato o seu. Tem de ser recíproco.
Não jamais o veja como um troféu! Não é apenas um coração. Ele ama. E precisa ser amado. Não é um objeto que se ganha. É um coração. É Amor que se ganha. É uma questão de honra ganhar um coração, e não de vitória.
Ele também não foi dado para ser dominado. Ele tem o direito e o dever de sentir o que quiser, a emoção que sua razão bem entender, sabe-se lá quais são as razões de um coração, se é que elas existem... Principalmente um que bate livre, no ritmo que bem quer. O meu coração quer muito, muito mesmo viver ao seu lado, mas livre. Ele tem esse direito e esse dever. E eu tenho também. Você também tem.
Por último, mas não menos importante, não use meu Amor como um válvula de escape! Não extravase suas dores e nem busque curas para elas nele. Esse é o caminho perfeito para a decepção. Não use minha boa vontade contra mim. Esse é o caminho perfeito para minha autodestruição.
Encare os relacionamentos como uma brincadeira divertidíssima do Destino, como um complemento à Felicidade, não a própria. Fica mais divertido assim. Fica mais fácil assim.
É uma questão de honra cuidar do meu coração, ele que já sofreu tanto...
Eu e ele queremos amar em paz apenas...
A AMEAÇA:
A verdade é que meu coração quer muito te amar. Ele já te ama, mas pode amar mais, com todas as forças se você trata-lo devidamente como merece. Senão, a solução é simples.
Eu o tomo de volta, e não devolvo nunca mais!
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